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Para Quê?

Gratuito!

A empresa Oceano de Ideias – Consultoria e Serviços Lda decidiu patrocinar e divulgar o livro “Para Quê?“, pois a reflexão deve ser sempre uma constante nas nossas vidas, mas também no mundo dos negócios, com vista ao aumento das nossas capacidades.

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Descrição do Produto

A empresa Oceano de Ideias – Consultoria e Serviços Lda decidiu patrocinar e divulgar o livro “Para Quê?“, pois a reflexão deve ser sempre uma constante nas nossas vidas, mas também no mundo dos negócios, com vista ao aumento das nossas capacidades.

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Livro “Para Quê?” (formato PDF)

Ficha técnica:

Titulo:

Sub-título:

Autor:

E-mail de contacto:

Revisão final e capa:

Foto e Tratamento:

Impressão e acabamento:

ISBN:

Depósito Legal:

Para Quê?

Temas de reflexão

Maria Carolina da Silva Cardoso e Sá ( Zinha )

oceanoideias@oceanoideias.com

José Augusto Alves

Fernando Silva

Organigráfica

972-99751-1-6

234118/05

Patrocinadores: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
 

 

 

 

 

CETRUS

Fernando Costa & Cª

GOARCA

IMA Precision

Oceano de Ideias

Organigráfica


Índice
:

  1. Para quê escrever?
  2. Para quê ter medo?
  3. Para quê odiar?
  4. Para quê ter fé?
  5. Para quê a amizade?
  6. Para quê chorar?
  7. Para quê dizer sim ou não?
  8. Para quê a revolta?
  9. Para quê amar?
  10. Para quê a beleza?
  11. Para quê julgar?
  12. Para quê ter filhos?
  13. Para quê sofrer?
  14. Para quê construir?
  15. Para quê o abandono?
  16. Para quê o prazer?
  17. Para quê a solidão?
  18. Para quê a saudade?
  19. Para quê ensinar?
  20. Para quê a educação?
  21. Para quê o stress?
  22. Para quê o aborto?
  23. Para quê trabalhar?

 

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Dedicatória:

Tudo começou com uma vida cheia de angústia, de preocupações, de desespero e de falta de um ombro amigo para desabafar as minhas mágoas.

Peguei em papel e esferográfica e havia que encontrar aquele confidente que eu tinha perdido, aquele amigo ausente a quem tudo podia confiar desabafando o que me ia na alma e que não conseguia albergar por mais tempo, sem transmitir a alguém.

Escrevi…escrevi…escrevi…

E, ao sentir-me melhor, mais tranquila, pensei em todos os seres que sofrem sem terem com quem partilhar as suas vidas, os seus problemas, as suas alegrias… tudo, enfim, o que engloba a vida humana. E comecei a escrever o que vivia e observava.

Fiz esta colectânea de textos e quis oferecê-los em homenagem póstuma ao meu marido, aos meus filhos, aos seis netos amorosos que me deram, aos amigos e familiares a quem tanto devo e que sempre me apoiaram e, porque não, àqueles que me votaram ao esquecimento quando o sofrimento e a solidão me bateram à porta.

É uma mensagem de amor, talvez utópica, mas aquela de que sempre fiz apanágio durante esta minha vida tão rica de sentimentos, de sensações, de fases de imensa alegria ou de profundo desânimo mas com a vontade férrea de tudo vencer e, apesar de tudo, encontrar felicidade.

Maria Carolina da Silva Cardoso e Sá

 

Prefácio:

São vários os motivos que nos levam a escrever… são também vários os sonhos que regem a nossa escrita, mas, acima de tudo, é fundamental experimentarmos o prazer de escrever…

A escrita é uma forma de nos conhecermos, de nos definirmos no mundo em que vivemos. É, por isso, uma aprendizagem constante, um trabalho de busca permanente da melhor palavra, da melhor forma de dizer e combinar as palavras… uma investigação funda, cheia de dúvidas e hesitações, no sentido de revolver a língua em busca de verdadeiros tesouros de expressão. Mas é, por isso mesmo, um caminho excelente para nos encontrarmos com nós próprios, com os outros, com o sentido da humanidade… Por isso nos diz Florbela Espanca que “Ser poeta é ser mais alto”,  e é-o de facto: aquele que escreve tem por missão traduzir os medos e as ambições, as alegrias e as tristezas, as memórias e os projectos futuros, não só seus, muito particulares, mas os do homem em geral. Porque, quando se escreve por paixão, com  toda a alma,  é na escrita do “poeta” que muitos se revêem, por um lado, encontram o ponto de partida para as suas reflexões, por outro, ou encontram até um motivo para também começarem a escrever.

Chamar poesia ao que o leitor irá encontrar neste livro não será talvez a melhor classificação, no entanto, no meu humilde pensar, poeta é todo aquele que abre a sua alma, nos faz abrir a nossa e nos motiva a escrever. E, como acredito que estamos perante uma poeta (ou poetisa, se assim preferirem), aqui estou para a apresentar: a Maria Carolina, para uns, ou a Zinha, para outros, é um ser de uma sensibilidade muito apurada,  uma confidente por excelência e uma amiga incondicional. Por isso, caros leitores, o que ides encontrar nas páginas deste livro é a escrita de reflexões onde muitas vezes nos espelhamos, onde encontramos o alento para continuar a lutar pelos nossos sonhos e onde podemos rever um cais onde ir ter quando a fé nos falta ou nos salpica mais de mansinho. É um livro maduro, de pensamentos feitos palavra, que reúne a alma do homem enquanto poeta, do homem enquanto ser individual e social, do homem na sua totalidade.

Resta-me desejar-vos boas leituras, boas reflexões e, se possível, boas escritas futuras.

Teresa Alves Isidorinho

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