Aqui Não Comes

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Aqui Não Comes

Para quem “adora” comida alentejana!

Artigo de: José Augusto Alves

2021-02-17

  • (Nota: pode fazer o download gratuito do artigo completo neste link)

Desde o dia 2 de março de 2020, altura em que foi confirmado o primeiro doente em território português infetado com COVID-19, a doença provocada pelo novo coronavírus SARS-COV-2, que se vivem tempos sobressaltados!

Estado de emergência!… Confinamento!…

Preocupados com a evolução da doença COVID-19 em território nacional, diversos Municípios, Núcleos Empresariais e Associações Comerciais quiseram ajudar desde logo os estabelecimentos comerciais e serviços que tiveram de fechar ou de alterar métodos de fornecimento dos seus produtos/serviços aos clientes.

A preocupação era: como vender em tempos de pandemia e como chegar aos clientes com as lojas fechadas!

Multiplicaram-se as vendas em take-away e as entregas ao domicílio!

O comércio eletrónico (e-commerce) e as encomendas à distância dispararam!

O aumento imparável do comércio eletrónico com sites online, e-marketplaces e plataformas de encomendas alavancaram uma verdadeira transformação digital nos hábitos de consumo dos utilizadores e dos proprietários dos estabelecimentos comerciais, para se adequarem à nova realidade.

O Município de Beja com a plataforma BEJACARE https://bejacare.pt/ foi pioneiro no desenvolvimento de uma plataforma online para interligação de cidadãos e empresas, com possibilidade de encomendas online.

     

Seguiram-se entretanto diversas outras entidades que, com o desenvolvimento de soluções de apoio aos estabelecimentos de comércio, serviços e restauração, apoiaram fortemente o comércio local e os cidadãos, como são o caso do Núcleo Empresarial de Vagos, com a plataforma Mais Comércio https://maiscomercio.vagos.pt/, o Município de Silves, com a plataforma Silves Comercial https://silvescomercial.pt/, o Município de Coruche com a recente plataforma Lojas com Gente, entre vários outros.

Na plataforma BEJACARE destaca-se o AQUI NÃO COMEShttps://bejacare.pt/loja/1/aqui-nao-comes que, como o nome indica, não é um restaurante ou um lugar para se sentar a comer!

O primeiro estabelecimento AQUI NÃO COMES surgiu em Beja, em meados do ano 2020, em plena pandemia, para satisfazer as novas necessidades dos clientes, respeitando as normas da Direção Geral de Saúde, que obrigaram os restaurantes a fechar e a servirem refeições apenas em take-away (a levantar nos estabelecimentos) e/ou com delivery (entregas ao domicílio).

Criado com o novíssimo conceito de Dark Store (“loja destinada a servir clientes que não estão fisicamente na loja”), o AQUI NÃO COMES foi pensado durante a pandemia, com uma estratégia perfeitamente direcionada para a nova tipologia de clientes que encomendam à distância para levantar na loja ou para entrega ao domicílio.

Com preços muito acessíveis, as refeições “com o tal gostinho da cozinha caseira e alentejana” são servidas em embalagens individuais extremamente práticas.

Não se preocupe que “nunca vai passar fome”, pois as doses individuais de 300 a 400 gramas são perfeitamente suficientes para um adulto (cujas necessidades alimentares são em média de 250 gramas por refeição).

A filosofia do AQUI NÃO COMES resume-se ao seguinte:

Se às vezes não temos tempo para cozinhar e dava jeito ter uma embalagem de cozido de grão no congelador, igual àquele que as nossas mães confecionam, se às vezes a esposa apenas janta uma sopa ou uma  torrada e nos apetece ter ali à mão uma dose de ervilhas com linguiça da boa e ovos escalfados no congelador pronta a usar, se vivo sozinho e não consigo fazer uma cabidela só para mim mas dava jeito ter uma dose no congelador para aquecer se tiver apenas uma 1h de almoço, se num domingo de manhã me apetecer umas sopas de beldroegas com queijo fresco e estiver apenas ao alcance da porta do congelador lá de casa, se não sei cozinhar, se não tenho tempo nem paciência nem gosto de esfregar tachos, porque é que três amigos não haviam de se lembrar de arranjar uma solução para este problema e abrir uma casa de comidinha caseira ultracongelada, que preserva na totalidade a qualidade dos alimentos?

Com uma grande diversidade de pratos de carnepeixe e vegetarianos, o AQUI NÃO COMES acrescenta ainda uma diversidade diária de sopasacompanhamentos e sobremesas.

O conceito é “Comida caseira ultracongelada”:

Trata-se de uma técnica industrial que envolve o arrefecimento AGRESSIVO em abatedor de temperatura e RÁPIDO (de alguns minutos a quatro horas – depende dos alimentos, daí a complexidade deste processo), sujeitando intensamente os alimentos a temperaturas de -30 a -50°C, até a temperatura do núcleo do produto atingir -18°C. Com este processo, a água contida nas células é finamente cristalizada. A morte de células e a proliferação de microorganismos são limitadas. As células ficam adormecidas como resultado da baixa temperatura. Assim, os produtos tratados mantêm a sua frescura, texturas e sabores, bem como os nutrientes essenciais e as vitaminas. A comida ultracongelada preserva a qualidade integral dos alimentos. Basicamente, depois de descongelar e aquecer, é como se tivesse acabado de sair do forno ou da panela.

A aposta dos três amigos alentejanos que criaram o AQUI NÃO COMES está a ter um grande sucesso ao ponto de ter chamado a atenção de novas investidoras que levaram o mesmo conceito e marca AQUI NÃO COMES para Lisboa, sendo já dois AQUI NÃO COMES independentes a operar o mesmo conceito e sabores do Alentejo.

A criatividade e a imaginação na utilização de ingredientes muito simples como o pão, o porco e o azeite, numa suave combinação com ervas aromáticas como os coentros, a salsa, o rosmaninho, os orégãos, o poejo ou a hortelã, que fizeram da gastronomia alentejana uma surpresa de sabores.

São imensas as delícias regionais do AQUI NÃO COMES como pratos tais como: Cozido de grão, Feijão com dobrada, Feijoada brasileira, Cozido à portuguesa, Ervilhas com ovos e linguiça, Favas com entrecosto, entre muitos outros pratos de carne, Bacalhau espiritual, Guisadinho de bacalhau com grão, Caril de pescada com camarão, Açorda de marisco, Cação em molho branco, Grão c/ bacalhau d’azeite e vinagre, entre muitos outros pratos e peixe…

A sopa, que pode ser o prato principal, é obrigatória. Pode ser uma Massada da couve, uma Sopa de espinafres, um Caldo verde, uma Canja de pato, ou mesmo uma Sopa da pedra.

A que não se pode mesmo deixar de provar é a mais simples de todas: a açorda alentejana, que se faz com água, azeite, alho, ovo escalfado, pão e coentros.

As doses individuais podem ser usadas no próprio dia sem necessidade de estarem no congelador ou frigorífico, ou poderão ser congeladas ao chegar a casa para serem usadas num outro dia em que possamos não ter tempo para preparar uma refeição.

AQUI NÃO COMES aposta na frescura dos ingredientes para garantir sempre a confeção de pratos frescos aliados à qualidade gastronómica dos sabores alentejanos.

A ideia é ter em casa, sempre à mão, uma refeição caseira para descongelar e aquecer, como se tivesse acabado de sair do forno ou da panela.

Entretanto a administração do AQUI NÃO COMES pondera já a possibilidade de chegar a mais cidades no país.

Na página https://bejacare.pt/loja/1/aqui-nao-comes pode ver e encomendar todos os pratos que quiser, bem como aceder à morada e demais contactos da empresa, à localização da mesma no Google Maps, aos horários de funcionamento, aos links para o site e redes sociais e diversas outras informações úteis!

A experimentar se morar em Beja ou Lisboa ou por lá passar. Recomendado!

Nota: download gratuito do artigo completo neste link.

2 thoughts on “Aqui Não Comes

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